
O câncer de pele é o tipo de câncer mais frequente no Brasil e no mundo e, embora muitas pessoas associem a doença a um único tipo, o câncer de pele pode aparecer em formas diferentes, cada uma com características próprias, comportamentos distintos e necessidades específicas de acompanhamento.
Veja também – Câncer de pele: tire suas dúvidas
Entender essa diversidade é essencial para ampliar a consciência sobre prevenção, diagnóstico precoce e cuidado contínuo.
Apesar de ser um tema muito discutido, ainda há dúvidas comuns sobre como o câncer de pele aparece, quais sinais merecem atenção e o que determina maior risco para seu desenvolvimento.
A seguir, você confere um guia sobre os principais tipos de câncer de pele e outras informações essenciais para entender melhor o tema. Aqui você vai ver:
- Melanoma
- Carcinoma basocelular
- Carcinoma espinocelular
- Sinais de um câncer de pele
- Qual exame detecta um câncer de pele?
- Quem tem mais risco de desenvolver câncer de pele?
- Onde o câncer de pele costuma aparecer?
- Bronzeamento artificial causa câncer de pele?
Melanoma
De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o melanoma é o tipo de câncer de pele menos recorrente, contudo o mais agressivo. A boa notícia é que as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença.
O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Porém, a “pinta” ou o “sinal”, em geral, mudam de cor, de formato ou de tamanho, e podem causar sangramento.
Por isso, é importante observar a própria pele constantemente, e procurar imediatamente um dermatologista caso detecte qualquer lesão suspeita.
Carcinoma basocelular (CBC)
A SBD, afirma que o carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele e, felizmente, o menos agressivo. Ele surge mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas.
Podem se desenvolver também nas áreas não expostas, ainda que raramente.
Carcinoma espinocelular ou carcinoma escamoso (CEC)
O carcinoma espinocelular é o segundo tipo mais frequente de câncer de pele. Ele costuma surgir como feridas que não cicatrizam, verrugas endurecidas ou lesões avermelhadas e descamativas. A Sociedade Brasileira de Dermatologia descreve que ele pode ser mais agressivo que o carcinoma basocelular e, com o tempo, apresentar risco de metástase se não tratado adequadamente.
Assim como feito nas campanhas educativas sobre tipos de câncer de mama, o foco no diagnóstico precoce também se aplica aqui: quanto mais cedo a lesão é identificada, maior é a chance de tratamento simples e eficaz.
Sinais de um câncer de pele
Para a Sociedade Brasileira de Dermatologia, os principais sinais que devem motivar consulta médica incluem:
- Manchas que crescem rapidamente;
- Pintas que mudam de cor, formato ou tamanho;
- Feridas que não cicatrizam após quatro semanas;
- Lesões que sangram com facilidade;
- Áreas avermelhadas, inflamadas ou com relevo incomum.
Quem tem mais risco de desenvolver câncer de pele?
O fator de risco do câncer de pele mais importante é a exposição à radiação ultravioleta (UV), presente nos raios solares e usada nas unidades de bronzeamento artificial. Porém, outros fatores também chamam atenção. São eles:
- Pele clara, olhos claros e cabelos loiros ou ruivos;
- Histórico familiar;
- Presença de muitas pintas;
- Sistema imunológico enfraquecido.
Onde o câncer de pele costuma aparecer?
O câncer de pele pode surgir em qualquer parte do corpo, mas é mais comum em áreas expostas ao sol: rosto, pescoço, braços, mãos e couro cabeludo. No entanto, o melanoma também pode aparecer em locais menos esperados, como plantas dos pés, unhas e mucosas, por isso a análise dermatológica regular é tão importante.
Bronzeamento artificial causa câncer de pele?
Sim. O uso de câmaras de bronzeamento está associado ao aumento significativo do risco de câncer de pele, especialmente melanoma. Tanto que esse tipo de procedimento é proibido no Brasil desde 2009 pela Anvisa.
A relação entre radiação e tumores é amplamente estudada, incluindo pesquisas que avaliam fatores de risco para diferentes tipos de câncer de mama. A conclusão é clara: a exposição artificial aos raios UV é perigosa e deve ser evitada.
Câncer de pele: prevenção faz toda diferença
Quando o assunto é prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo, contar com um plano de saúde para terceira idade faz toda a diferença.
A MedSênior é especializada no cuidado com pessoas a partir dos 49 anos e atua com foco em medicina preventiva, acompanhamento próximo e acesso a especialistas.
Em um plano de saúde para idoso, esse cuidado contínuo é essencial, já que o envelhecimento da pele aumenta a atenção necessária para identificar alterações suspeitas e agir rapidamente.
A proposta da MedSênior é promover o Bem Envelhecer, oferecendo suporte médico qualificado e ações que ajudam a cuidar da saúde de forma integral e antecipada.
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